Eis-me: uma pessoa em construção, como um bebê que ensaia os primeiros passos, cai, levanta, apóia-se em algo, alguém, e segue, e alegra-se por conseguir manter-se alguns segundos sobre os próprios pés... com ou sem platéia, com ou sem torcida, na eterna corrida ao encontro de si mesma...
Relendo Clarice
Estou relendo Perto do coração selvagem, e, além das frases na abertura deste blog, trago mais algumas: "Estou cansada, agora agudamente! Vamos chorar juntos, baixinho. Por ter sofrido e continuar tão docemente. A dor cansada numa lágrima simplificada". "... como ligar-se a um homem senão permitindo que ele a aprisione? Como impedir que ele desenvolva sobre seu corpo e sua alma suas quatro paredes? E havia um meio de ter as coisas sem que as coisas a possuissem?"
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